Ronaldo Caiado defende ajuste fiscal e privatização dos Correios

Redação
Colunista
2 leitura mínima
Créditos/Reprodução Internet

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, defendeu a realização de um ajuste fiscal e a redução de despesas da máquina pública durante sabatina realizada pelo g1 e pela GloboNews nesta sexta-feira (7). Na ocasião, o político descartou a privatização do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, mas afirmou que privatizaria os Correios e defenderia a venda de segmentos da Petrobras.

Questionado sobre quais setores sofreriam cortes de gastos, Caiado não detalhou os itens afetados, alegando que pretende fazer uma análise prévia da estrutura administrativa e da eficiência dos projetos para realizar as contenções necessárias. Como exemplo do que pretende adotar no governo federal, o candidato mencionou medidas aplicadas em sua gestão em Goiás, como a reforma da Previdência estadual, a execução de uma reforma administrativa e o corte de mais de R$ 3 bilhões em incentivos fiscais.

No campo econômico, o presidenciável afirmou que planeja rever trechos da reforma tributária aprovada. Segundo ele, a intenção é modificar pontos que considera prejudiciais à iniciativa privada e atuar para diminuir a burocracia.

Em relação às estatais, Caiado declarou que avalia a privatização de segmentos específicos da Petrobras, argumentando que a empresa deixa a desejar na exploração do gás natural, embora considere a estatal referência mundial na exploração de petróleo em águas profundas. Por outro lado, o candidato rejeitou a venda do Banco do Brasil, alegando seu papel na garantia de crédito em regiões carentes, e descartou a privatização da Caixa Econômica Federal. Já a venda dos Correios foi defendida de forma taxativa pelo candidato.

Compartilhe este artigo