Ataques retaliatórios dos EUA atingem alvos da Guarda Revolucionária no Irã

Redação
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Créditos: Foto/Divulgação

Forças americanas respondem a tentativa de ofensiva iraniana com onda intensa de ataques.

As Forças Armadas dos Estados Unidos concluíram uma “onda intensa de ataques” contra o Irã na noite da última quarta-feira, dia 29. A ação, anunciada pelo CENTCOM (Comando Central dos Estados Unidos), foi uma resposta direta à tentativa de ataque iraniana contra forças americanas ocorrida na terça-feira anterior. Os recursos do CENTCOM atingiram dezenas de alvos da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) em território iraniano, visando infraestruturas estratégicas.

A ofensiva americana ocorreu em um contexto de escalada de tensões, após as Forças Armadas dos EUA terem interceptado com sucesso um “ataque surpresa” iraniano contra suas tropas na região na noite de terça-feira, dia 28. Paralelamente, as Forças Armadas da Jordânia também informaram ter interceptado cinco mísseis. Mais cedo na quarta-feira, o presidente americano Donald Trump havia prometido uma retaliação “com muita força” contra o país.

Os alvos específicos da Guarda Revolucionária Islâmica incluíram centros de comando militar, instalações de mísseis e drones, locais de vigilância e defesa costeira, além de capacidades marítimas. O CENTCOM, que divulgou a informação, não forneceu detalhes adicionais sobre o número exato de alvos atingidos, mas classificou a operação como uma “onda intensa de ataques”, indicando a abrangência da resposta militar.

Em declaração a repórteres no Salão Oval, o presidente Donald Trump reforçou a postura de seu governo diante da agressão iraniana. “Vamos atingi-los com muita força, porque chegou a nossa vez de revidar. Eles sabem que isso vai acontecer”, afirmou Trump, sublinhando a determinação dos Estados Unidos em responder a qualquer ameaça às suas forças na região.

Após os ataques americanos, a mídia estatal iraniana reportou que explosões foram ouvidas no sul do Irã, indicando o impacto direto da operação retaliatória. A série de eventos sublinha a volatilidade da situação geopolítica na região, com os Estados Unidos reafirmando sua capacidade de resposta a ações consideradas hostis contra seu pessoal e interesses.

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