Cobra caninana é resgatada após invadir residência em Gurupi

Redação
Colunista
2 leitura mínima
Créditos: Foto/Divulgação

Serpente de 1,5 metro tentou atacar bombeiros durante captura.

Uma cobra da espécie caninana foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros Militar na tarde desta quarta-feira, 1º de novembro, após invadir uma residência no setor Vila Íris, em Gurupi, sul do Tocantins. O incidente mobilizou a equipe de salvamento, que enfrentou a resistência do animal durante a captura, conforme documentado em vídeo por um dos militares envolvidos na operação.

A intervenção ocorreu após moradores acionarem o Corpo de Bombeiros ao perceberem a presença da serpente dentro do imóvel. Segundo relatos, o proprietário da casa indicou o local onde o animal estava, mas a caninana conseguiu se deslocar para o quintal antes que a equipe pudesse contê-la imediatamente, exigindo uma ação mais cautelosa dos militares.

Durante o processo de resgate, a serpente demonstrou agressividade, avançando contra um dos bombeiros e tentando dar dois botes, conforme registrado em vídeo pelo bombeiro militar Luís Henrique. A cena ilustra a periculosidade inerente ao manuseio de animais silvestres, mesmo aqueles que não possuem peçonha, ressaltando a importância de profissionais treinados para tais situações.

Após a tentativa de ataque, a caninana foi habilmente contida com o uso de um bastão de captura e, em seguida, colocada em um tambor apropriado para transporte seguro. O bombeiro Luís Henrique informou que o animal media cerca de 1,5 metro de comprimento e estava saudável, sem apresentar quaisquer ferimentos. Ele também esclareceu que a espécie caninana não é peçonhenta, o que tranquilizou os moradores da residência.

Concluído o resgate, a cobra foi devolvida ao seu habitat natural em uma área de vegetação nativa, distante das residências, visando garantir tanto a segurança da população quanto a preservação da fauna silvestre. O Corpo de Bombeiros Militar reitera a orientação para que, ao encontrar animais silvestres em áreas urbanas, a população não tente capturá-los ou manuseá-los por conta própria, mas sim acione a corporação pelo telefone 193.

Compartilhe este artigo