Uma nova rodada da pesquisa Vox Brasil, divulgada nesta sexta-feira (31), aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição do eleitorado brasileiro para a disputa do Palácio do Planalto. Os dados revelam que ambos os nomes se encontram em uma situação de empate técnico, considerando a margem de erro do levantamento. A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de julho e ouviu 2.100 pessoas.
De acordo com os resultados apresentados, Flávio Bolsonaro registra 52,3% de rejeição na modalidade de respostas múltiplas. Em seguida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atinge 51,5% de desaprovação entre os entrevistados. Essa proximidade nos percentuais indica uma polarização acentuada no cenário político, onde os dois principais nomes enfrentam resistência significativa de mais da metade do eleitorado.
Na sequência dos candidatos que enfrentam maior resistência, a pesquisa Vox Brasil identifica o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo-MG), com 29,7% de rejeição. Logo após, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União-GO), que marca 27,4%. O candidato Renan Santos pontua 25% neste mesmo cenário de rejeição estimulada, consolidando um bloco de nomes com considerável desaprovação.
Na parte inferior da tabela, figuram os postulantes que apresentam maior espaço teórico para se apresentar ao eleitorado, com menores taxas de rejeição. Cabo Daciolo (Mobiliza) marca 17,3%, sendo acompanhado por Augusto Cury (Avante), que registra 14,9%, e Clariana Barão (DC), que anota 12,8%. Em um patamar de um dígito na rejeição nominal, Edmilson Costa (PCB) atinge 9,6%, enquanto Leonardo Avalanche (PRTB) aparece com 7,4%, seguido por Rui Costa Pimenta (PCO), com 6,2%, e Hertz Dias (PSTU) com 4,8%. A candidata Samara Martins (UP) detém a menor taxa de respostas negativas, com 3,5%.
A pesquisa também detalha que 2,5% dos eleitores declararam não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto o grupo dos que não sabem ou não opinaram representa 9,1% dos entrevistados. A metodologia do levantamento envolveu a escuta de 2.100 pessoas entre 26 e 28 de julho, com uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos, e um índice de confiança de 95%. A pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01084/2026, garantindo a transparência e a conformidade com as normas eleitorais.