Zema elogia Joaquim Barbosa e o cita como possível vice

Redação
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Créditos: Gabriel Pinheiro/CNI

Pré-candidato do Novo planeja encontro com ex-ministro do STF.

O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) manifestou, no sábado (25), sua admiração por Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e o mencionou como um dos nomes considerados para compor a chapa como vice. A declaração foi feita durante uma agenda de campanha no Rio Grande do Sul, onde Zema expressou o desejo de se reunir com o ex-ministro.

A menção a Joaquim Barbosa ocorre em um momento estratégico para o partido Novo, que realizará sua convenção nacional na próxima segunda-feira (27). Neste evento, espera-se a oficialização da candidatura de Romeu Zema à Presidência da República, tornando a definição do nome para a vice-presidência um passo crucial no processo eleitoral.

Em suas declarações a jornalistas, Zema afirmou ter comunicado a Joaquim Barbosa sua intenção de encontrá-lo no Rio de Janeiro. O pré-candidato destacou o histórico do ex-ministro, ressaltando que Barbosa, natural do norte de Minas Gerais, realizou um “belíssimo e reconhecido trabalho combatendo a corrupção”. A admiração de Zema pelo ex-magistrado é um fator que o leva a considerá-lo para a chapa, conforme indicado pelo próprio partido.

Joaquim Barbosa, que foi filiado ao DC (Democracia Cristã), chegou a ter seu nome anunciado como pré-candidato à Presidência pela sigla, mas posteriormente desistiu da disputa, alegando que o partido não possuía a estrutura necessária para um pleito nacional. Ele exerceu seu mandato no STF de julho de 2003 a julho de 2014, período em que presidiu a Corte entre 2012 e 2014, antes de se aposentar antecipadamente.

Ao ser questionado sobre suas críticas ao STF, Romeu Zema fez questão de diferenciar Joaquim Barbosa dos atuais integrantes da Corte, afirmando que o ex-ministro é “um oposto de vários ministros do STF hoje”. Zema descreveu Barbosa como um “ferrenho combatente da corrupção” e alguém que “vive uma vida totalmente republicana”, contrastando-o com a percepção de que outros ministros teriam obtido “contratos e vantagens”, reforçando a imagem de integridade que busca associar ao possível vice.

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